A pós-evolução de uma pandemia

A invasão da Covid-19, em dezembro de 2019, pegou a humanidade de surpresa, pois parecia que já não tínhamos visto algo igual. As outras epidemias que foram enfrentadas no passado foram vencidas. É claro que temos hoje meios de comunicação muito mais equipados e rápidos, espalhando informações com rapidez, embora no aprendizado, estejamos sofrendo mais amplamente. O importante é temos de nos preparar para o pós-controle da Covid recuperando-nos dos prejuízos econômicos, sociais, financeiros e outros.

A Educação é um deles. O que deveria ter sido ensinado às gerações durante a epidemia passou, pois tudo é conectado com o tempo. E isso é muito intenso com as crianças, pois o que deveria lhes teria de ser ensinado durante a quarentena não o foi. No mundo moderno, a educação foi aperfeiçoada e precisa estar atualizada em todas as sociedades. De uma forma ou de outra, a sabedoria prepara e molda o homem e, a depender da finalidade dela na sociedade, pode ser utilizada como forma e domínio da liberdade.

A tecnologia é um produto da educação, pois envolve um conjunto de instrumentos, métodos e técnicas que visam a resolução de problemas.

A partir do século 20, destacaram-se as tecnologias de informação e comunicação através da evolução das telecomunicações, utilização do meio-ambiente que exige um contínuo e rigoroso controle dos computadores, desenvolvimento da internet e ainda, as tecnologias avançadas, que englobam a utilização da Energia Nuclear, Nanotecnologia, Biotecnologia, etc.

Mais recentemente passamos a avançar com a inteligência artificial, uma constelação de tecnologias de “machine learning”que permitem que máquinas sintam, compreendam, atuem e aprendam. Com ouso da Inteligência Artificial transformam-se as relações entre pessoas e tecnologias – com implicações em nossas criatividade e competências. O futuro da inteligência já promete uma nova era de disrupção e produtividade, na qual a engenhosidade humana é aprimorada pela velocidade e precisão.

Com a mistura da Educação, Tecnologia e Inteligência Artificial, temos agora um dos melhores meios de compreensão das coisas e das situações oferecendo alternativas para as mentes humanas traçarem os passos para vencer o período de vitórias sobre a pós-pandemia. Como vemos temos já disponíveis as ferramentas para enfrentar o término da pandemia. Uma delas é a inovação.

Assim, teremos de ser diferentes. Estamos preparados na sociedade ganhar na competição?.

O neo-empreendedor

A velha forma de se ver a economia mundial foi alterada nas últimas décadas, sob o impacto da nossa incapacidade de compreender as mudanças da ecologia e das novas necessidades dos seres vivos e da Natureza. Fomos mergulhados pela tecnologia nas décadas dos 50 e 60, num sistema de telecomunicações instantâneas e universais. Isto parece ter reduzido o tamanho do planeta e aumentado a capacidade dos seres humanos de ocupar a Terra, como senhores todo-poderosos.

Vários países da Ásia surpreendem-nos pelo dramático desenvolvimento que conseguiram, com destaque da China e sua influência na política global, superando qualquer observação mais crítica ou comparativa.

Todavia, observações ou comentários de especialistas de todo o mundo mostram cenários mundiais alarmantes pelo que está acontecendo com a sociedade humana em oposição clara e direta das regras e ditames da Natureza. A ONU, alarmada, coloca que o mundo piorou de forma significativa, em face do descaso pelo meio ambiente superado pela ânsia ilimitada do desenvolvimento, surgindo figuras que se propõem a resolver as falhas, sob o olhar complacente de outros, que poderíamos denominar de Neo-Empreendedores. Eles procuram a saída de países de uma categoria pobre para uma mais rica, o que não é conseguido pelo acaso! É obra de esforços globais para a transformação através da educação, intensa, universal e abrangente. De maneira geral, os debates aumentaram. O que dizer, porém, da qualidade do discurso político dos brasileiros? O debate não tem empolgado a classe política, não enxergando que o Brasil precisa e depende da promoção da educação política, erradicando totalmente a aplicação da famosa Lei de Gerson.

As respostas que o povo pode procurar somente serão possíveis com eleitores esclarecidos e, embora nos últimos dez anos tenha crescido maior abordagem de assuntos relacionados nas escolas, sobretudo na classe docente, as repercussões são pífias. Tem de ser compreendido que não é admissível que alunos saiam do Ensino Médio sem noção da importância do meio ambiente, da saúde, da economia e da política.

Os educadores devem trabalhar as questões sem interferências de posições pessoais, criando um cenário que permita ao aluno chegar às suas conclusões sobre o funcionamento do País e de seus governantes e legisladores.

Os cientistas políticos lamentam que grande parcela da população ainda desconheça as funções de cada cargo político.

Isto tem de ser mudado! A Democracia tem de mostrar sua força!.

Uma realidade pouco esperada

Em junho, escrevi um artigo nesta coluna intitulado ‘Novos horizontes para a Embraer’, acentuando que o desenvolvimento da nossa indústria aeronáutica em breve poderia florescer, graças a novas decisões que estavam sendo tomadas pelo governo e empresas, as quais certamente moldariam o nosso transporte aéreo nos próximos anos.

Era um comentário sobre um Fórum Nacional do Transporte Aéreo, realizado no WTC (World Trade Center) em São Paulo, contando com a participação de todas entidades e associações da aviação brasileira, que produziu propostas encaminhadas ao nosso governo, que estimulassem o desenvolvimento da nossa rede de transporte aéreo regional e da aviação geral.

O Governo Federal resolveu colocar todos os setores da Aviação Civil Brasileira num único Ministério, o da Infraestrutura, sob o comando do ministro Tarcísio Freitas. O senador Major Olímpio (PLS-SP) promoveu uma reunião com o ministro Tarcísio que determinou a todos os titulares das entidades de controle e supervisão da Aeronáutica, estudassem e procurassem aplicar as sugestões sugeridas pelo Seminário do WTC.

O que aconteceu precisa ser do conhecimento de São José dos Campos, um dos maiores clusters da indústria aeronáutica mundial, para que a Embraer e seus fornecedores de peças e componentes tomem conhecimento do que está acontecendo no mercado, certamente em processo de grande reativação.

O Brasil tinha, antes da Pandemia do Covid 19, quatro empresas de transporte aéreo, Latam, Gol, Azul e Avianca, oferecendo seus serviços, para apenas uma centena de cidades brasileiras, num país da ordem de 5,5 mil Municípios. Hoje, em que pesem as restrições da pandemia do Covid-19, as consequências das decisões implementadas pelo Governo Federal, tornaram possível abrir e colocar em operação centenas de pequenas empresas regionais, oferecendo os serviços aéreos à quase 200 cidades brasileiras. Nunca tivemos isso no passado.

A nossa Embraer, de grande importância para São José dos Campos, precisa reagir e lançar novos projetos de aviões adequados à essa demanda e, para isso, precisa de contar com seus recursos humanos.

Este cenário ocorreu com os grandes jatos. Em passado recente, a Boeing americana e a Airbus europeia trouxeram ao mercado grandes aeronaves, como o Boeing 747 e o Airbus 380, agora ambos em processo de retirada de serviço, partindo para a produção de aviões menores e rentáveis.

As empresas precisam compreender que o seu fator mais competitivo é contar com a competência dos seus recursos humanos..

O aprendizado ao longo da vida

A sociedade moderna baseada na competição implantada pela raça humana, tem favorecido os países “avançados”, desestabilizando e tornando a vida de milhões de pessoas submetidas a indignidades e sofrimentos físicos generalizados no chamado Terceiro Mundo, com consequências e graves danos a uma grande parcela da população e mesmo ao mundo natural. O contínuo desenvolvimento dos países avançados e a persistência das diferenças entre nações têm ampliado essa situação.

Se nada for feito, com coragem e determinação de governos, que contem com o apoio e confiança da população, corre-se o risco de grandes sofrimentos físicos e psicológicos e mesmo perdas de soberania. Mas isso só poderá acontecer depois de passado um período longo e muito doloroso de adaptação.

No caso do Brasil, temos inúmeras alternativas, como bem o sabemos, pois desde nossa descoberta em 1.500, em poucas oportunidades pudemos mostrar alguns períodos de progresso. Não podemos deixar que o nosso sistema entre colapso, pois as consequências poderão ser imprevisíveis. Assim, temos de defender reações. Uma delas seria a da Educação em massa que mostra a vantagem de poder ser uma “revolução” pacífica. Infelizmente somente teremos resultados em distante futuro. Não importa, pois os resultados serão definitivos.

Podemos começar pela obrigatoriedade do ensino. Para se ter uma ideia, em 1950, metade dos brasileiros maiores de 15 anos era analfabeta. O pouco que se conseguiu consagrou recordarmos a escola pública daqueles tempos com nostalgia por quem a concluiu (meu caso). Embora, sendo a reprovação corriqueira, a escola excluía muita gente, pelo exame de admissão para o ingresso ao ginásio, última etapa de quatro anos para a conclusão do período fundamental.

Para tanto, deveríamos desenvolver e difundir uma ideologia que se oponha a reconhecer a tecnologia como solução técnica, por sim só! Quando o sistema ficar suficientemente estressado e instável, uma revolução contra a tecnologia pode tornar-se possível.

A revolução precisa ser internacional e mundial.

Seria inútil os revolucionários tentarem atacar o sistema sem utilizar um pouco da tecnologia moderna. Eles precisam, no mínimo, utilizar a mídia para divulgar sua mensagem. Mas deveriam recorrer à tecnologia moderna para apenas um fim: atacar o sistema tecnológico.

Com relação à estratégia revolucionária, os únicos pontos sobre os quais insistimos totalmente são que a única meta que se sobrepõe a todas as outras deve ser a eliminação da tecnologia moderna, e que não se deve permitir que nenhuma outra meta compita com essa.

Somos submetidos aos impactos da Covid-19

Todos estamos submetidos aos impactos da Covid-19, que mudou nossas vidas de uma forma que, creio, não mais voltará ao anterior. Nestes momentos, em que pesem as mudanças mundiais, os antigos comportamentos que vêm impedindo o nosso desenvolvimento ganharam poder, ao contrário do que desejávamos, simplesmente porque escancaram as bases dos portões das decisões governamentais, cujos formatos, endurecidos, serão os mesmos do passado.

No início da década dos 1940, Stephan Zweig escreveu um livro “Brasil, o pais do Futuro”, de grande repercussão. O Brasil do futuro, então preconizado pelo autor, seria feliz com o que tinha, terra fértil, água mantendo sua forma de vida (possivelmente a dos índios), diferente do europeu. Infelizmente, décadas se passaram, continuando tudo igual.

Questões têm sido levantadas. Comecemos colocando que a cultura nacional deve se basear no princípio fundamental de que o principal objetivo das nações deve ser o de proporcionar crescentes e altos padrões de vida aos seus cidadãos.

Durante grande parte da minha vida nutri uma ideia de que um dia pudesse trabalhar numa fábrica aviões. Naquele “curto prazo” nem imaginava projetá-los. Procurei ganhar as oportunidades para aprender, desfrutando de opções, muitas delas árduas de materializar! Num outro “curto prazo”, em 1963, surgiu uma oportunidade e procurei juntar outros que acreditavam no objetivo que descrevia! Tornamo-nos uma equipe!

Ficou menos difícil, pois as equipes conseguem mais do que os sozinhos! Outras organizações começaram a acreditar que as ideias da equipe faziam sentido e entraram na nossa soma. Ajudaram e, um dia, nosso primeiro avião decolou! Foi um dia fantástico. Logo após, surgiram novos “curto-prazos” e, chegamos a termos nossos aviões voando em todos os continentes! Todavia, penso que para vencer os “impactos econômicos, empresariais e sociais” temos de determinar os “curtos prazos” e trabalhar sobre eles, construindo novas equipes competentes e todas agindo de forma organizada!

Infelizmente, não temos isso agora e nada se faz sem competência, esforços, lideranças acreditadas. Ou seja, o triunfo da Educação, instruindo equipes para todos juntos enfrentar e ganhar nos “curtos-prazos que surgirem! Um povo educado jamais será vencido!.

Novos horizontes para a Embraer

Há pouco tempo, em 21 de abril passado, foi publicada a decisão da Boeing de não mais prosseguir seu programa de associação com a Embraer, por várias razões, inclusive uma maior seria que sua situação financeira não lhe permitiria cumprir com as próximas futuras cláusulas do contrato, firmado em 2018, depois de uma longa negociação desde 2017. Não cabe aqui discutir os argumentos para essa decisão.

É claro que esse cancelamento afeta muito São José dos Campos, pois a Embraer, sendo uma das importantes geradoras de empregos da cidade, certamente traz muitas preocupações, nestes momentos nos quais em que vivemos a crise do vírus Covid-19, somada com os problemas políticos do nosso governo.

Assim, embora não caibam críticas do que está acontecendo, prefiro propor discussões e projeções de um novo futuro. As decisões tomadas agora pelas pessoas, empresas e os governos certamente moldarão o mundo nos próximos anos. Elas afetarão não apenas nossos sistemas de saúde, mas também nossas economia, gestão política e cultura. Mas não parece ser razoável simplesmente esperar pelo futuro, ao contrário, precisamos de recriá-lo com que precisam chegar à execução de formas rápidas e decisivas. Temos de antecipar as possíveis.

Precisamos de planos globais, os quais somente poderão se materializar com uma cooperação de todos! Insisto que a importância da Embraer merece ajuda da comunidade. Perguntas devem produzir respostas.

O que qualquer empresa precisa é de vender o que produz. Felizmente para nós, de São José, constatamos que produtos a Embraer tem, de boa qualidade, provados com sucesso no mercado mundial! Ou seja, nosso problema é de criarmos apoio de todos os que vivem no Brasil. O avião é um produto caro e não se vende à vista. Portanto, financiá-los é essencial, papel esse no Brasil preenchido com competência exemplar no passado pelo BNDES. Precisamos restaurar isso, embora as dificuldades do presente.

Temos de contar com todos, nossa prefeitura, governo do estado de São Paulo, da União Federal, incluindo o Congresso e o Judiciário. Sinto que estamos distantes de quase todos. Temos de demonstrar que o Brasil fabrica aviões, tendo conseguido anteriormente uma boa parcela de participação entre os grandes do mercado mundial. Passando a pandemia, a ânsia pela mobilidade voltará a impregnar o mundo e haverá poucas empresas fabricando aviões. A Embraer precisa ser uma delas.

Não podemos terminar sem enfatizar as condições básicas de sempre. Uma delas é a Educação, que precisa ser apoiada, pois, sem ela, não estaríamos prontos a enfrentar o futuro, o qual será fértil para as inovações que nossos filhos produzirão!.

Precisamos de planos/objetivos

Que o mundo mudou, todos sabemos, ou pensamos saber! Ainda, desde um passado recente, era mantido um grande domínio mercadológico conquistado pelos Estados Unidos, Europa, China e Japão, produzindo uma quantidade e impressionante variedade de produtos de serviços. Conseguiram gerar riquezas, via comportamentos, culturas, planos e legislação, construindo empreendimentos notáveis que atuando fortemente nos campos da inovação, conquistaram vantagens competitivas, criativas e qualitativas, oferecendo ao mercado global produtos e serviços, superiores ao que se produzia no passado.

O progresso das comunicações universais e instantâneas tornaram mundial o consumidor. Os esforços criativos materializaram as inovação, ganhando espaços na competição mundial. Espaços mercadológicos foram ampliados sobre o que era tradicional. Novos paradigmas vieram para ficar.

Se os Estados Unidos, Europa e Japão provocaram revoluções, hoje enfrentam concorrências trazidas pela Ásia, inicialmente com os “Tigres Asiáticos” e, mais recentemente, pela Coréia do Sul, China e Índia.

Novas formas de cooperação e de conexões empresariais conseguiram chegar mais perto das necessidades dos consumidores mundiais. As maiores e tradicionais economias do passado vêm apresentando um declínio relativo, em face das novas nações que aceleradamente abandonam o rejeitado grupo dos “subdesenvolvidos, em desenvolvimento ou emergentes”.

Agora há um fator novo. Diria que uma reação da Natureza está presente com o Covid-19. Atingindo a todos, sem diferenciais, abre oportunidades para outras alternativas. As mudanças, desejadas ou não, passaram a ser inevitáveis. Há algo novo e ainda não acordamos para com o que está acontecendo, perdidos, desnorteados e líderes de um modo geral, deixam-nos atônitos. Muitos perguntam: o que é isso? Correndo, não percebemos que gastamos insensatamente os recursos do planeta, sem levarmos em conta o estrago que fizemos.

Será que seremos capazes de romper com um passado que não funcionou? Será que não podemos conceber ideias e planos que nos tirem da vocação de país pobre que vimos cultivando há tempos? Será que nossos políticos, intelectuais e planejadores não podem conceber novas regras e bases que levem cada brasileiro ao enriquecimento? Sim! Pode ser possível. Mas temos de entender o que está novo e com a coragem dos vencedores conceber novas estratégias e ações. Será que, no novo mundo que já está criado pelas reações da Natureza, conseguiremos novos resultados?.

Quando o nosso Brasil encontrará o seu caminho?

No final da minha geração, vivo agora uma mínima visão fração da longevidade do ser humano no Planeta Terra. Meus primeiros Professores já afirmavam que somos privilegiados pela Natureza. Os mais novos também descrevem o nosso país continental, muito bem colocado entre os continentes, rico em recursos naturais e beneficiado por um clima temperado, sobre um terreno livre de ações hostis da Natureza, que a imprensa mundial descreve com frequência nos mais longínquos locais.

É verdade que, ao longo de décadas da vida, constatei que realmente nosso país tem todos atributos para ser uma grande nação que acomode os brasileiros como desejaríamos. Infelizmente, palavras como sucesso, bons resultados, alegrias e felicidades não são encontradas e não são materializadas, como desejamos.

Com essas colocações, podemos perguntamo-nos “o que nos aconteceu?” Somamos explicações que não são suficientes e logicamente, estamos sempre em busca das respostas que vieram, como proposta, nunca materializadas.

Muito sobre o tema foi publicado e pode ser encontrado facilmente nos jornais de hoje. Recentemente, fomos surpreendidos por um novo vírus que ameaça o desenvolvimento mundial. Muitos deles acordaram e enfrentaram o desafio de acabar com o vírus e reagir como declarou o presidente da China que “a epidemia do novo coronavirus é a maior emergência na saúde desde a fundação do regime comunista em 1949”. E acrescentou que o país precisa aprender com as deficiências expostas e aplicar as ações contra as deficiências na resposta ao vírus.

E aí parece que estão as respostas que nós, os brasileiros, temos de acolher e aplicar. Entender o problema e aplicar as soluções. Fácil… poderão dizer todos, inclusive nossos políticos. Mas falta o essencial, cujas denominações entorpecem e anulam qualquer iniciativa em ações. Fica-nos claro, para todos que habitam nosso país, que o problema está na política que prevalece no nosso Brasil.

Estou longe de concordar com os preceitos que regem o regime comunista, mas, do lado brasileiro, tudo indica que estamos amedrontados de aplicar as reformas, de forma democrática, que muito necessitamos que são muitas. Algumas condensadas na Constituição de 1988, em muito transcrevendo o que já não tinha funcionado no passado.

Novamente, trago o exemplo da China, um grande império remotamente expressivo nos primórdios, não tinha acompanhado os novos desafios da tecnologia moderna, empobreceu. Mas, mesmo preso ao partido comunista, reagiu. Hoje, a China é diferente. Um país que já é um dos mais importantes do Planeta.

Escrevo agora para os mais jovens! Vamos começar as reformas. Temos talentos e as necessidades de mudar não faltam. Tenham coragem de alterar o que emperra o desenvolvimento do país, para que nossos descendentes possam ter a satisfação e o orgulho de um trabalho bem feito que transformou o Brasil!.