O futuro pode ser bem melhor!

Reconhecemos que o mundo está numa época que podemos chamar de turbulenta. No nosso país, precisamos acreditar que, embora seja difícil escapar do ambiente de pessimismo que nos assola há tantos anos, temos de acreditar nos desafios a vencer, pois os resultados proporcionados pela educação e pelas forças econômicas mostram impressionantes passos no desenvolvimento de regiões que estão se incorporando aos mais ricos! Por todas as razões, nosso país deveria ser um gigante econômico, transferindo para cada brasileiro um diferenciado padrão de vida! Mas, nada disso! A percepção mundial em relação a nós é que nunca deveríamos ter sido designados como integrante dos BRIC’s (Brasil, Rússia, Índia e China), constatando os insuficientes resultados econômicos e sociais, os quais apresentamos!

Todavia, o pessimismo não constrói, sim o otimismo muda as coisas, transformando o impossível em possível! Sem sermos ingênuos a ponto de achar que não teremos obstáculos ao longo de um caminho diferente dos que vimos percorrendo até agora, vamos pensar que, no lugar de problemas, teremos oportunidades, embora possamos aceitar que algo desse tipo possa soar como estranho, distante e até absurdo. A época do isolamento passou, já o passou, já o sabemos! As comunicações globais do mundo de hoje mostram claramente que o que acontece “lá fora” têm impacto “aqui dentro”! Isto nos mostra oportunidades, ou sejam, coisas a fazer para moldar novos comportamento e padrões para nossas vidas! A realidade constata que quanto mais educada, mais rica é uma nação! Ao mesmo tempo, existe uma correlação entre a qualidade de vida e altas taxas de crescimento da população. Já se observa isso, mesmo no Brasil, nossos indicadores nacionais mostram que já estamos fora do risco de ser superpovoados!

O fator mais importante para enfrentar grandes desafios, tanto no presente como no futuro, é a mente humana! É aí que temos de trabalhar, fazendo uma análise do pensamos e nos colocando na posição de que não sejamos vítimas dos problemas, ao contrário e de alguma forma, fazemos parte dele e, assim, somos importantes nas suas soluções!

A política externa brasileira, desde 1985, manteve-se distante da ordem internacional liberal, escolhendo opções, hoje provadas como inconvenientes pelo contexto das nações que crescem. Assim, perdemos tempo em cultivar relações com parceiros hoje rejeitados ou pouco respeitados pela comunidade mundial. Queimamos capitais políticos importantes, afastando-nos da riqueza mundial e nos aproximando de países adeptos à condutas nada consagradas! Sejamos otimistas, e vamos colocar nossos votos na urna no próximo outubro desejando que cada brasileiro faça isso com consciência, escolhendo nossos futuros eleitos entre os comprometidos com o Brasil Maior que sempre desejamos e continuaremos a desejar!.