Desafios que temos de enfrentar

Por tudo o que aconteceu no passado no nosso país e que está acontecendo, nestes momentos de perplexidade, nos quais vivemos, há muitas perguntas e, entre elas: que tipo de sociedade queremos? Como exprimir isso e o que temos que fazer? Temos direito de parar?

Sabemos que carecemos de líderes capazes de abrir discussões e promover as necessárias ações para responder essas e outras perguntas. Vivemos uma real subordinação aos pensamentos daqueles que ocupam cargos oficiais, os quais procuram estar presentes e preenchendo todos os espaços!

Na década dos 1960, os norte-americanos compreenderam que precisavam colocar os governantes sob pressão, ouvindo e executando o que pudesse emergir da vontade popular. Transformando o pensamento em ações regulamentaram o instituto do “lobby”, transformando-o em Lei Federal. Desde então, os “lobistas” estão dedicados, sob contrato das partes interessadas, procurar exercer influência sobre as autoridades e levar a decisões oficiais para direções orquestradas pelos mais diferentes grupos de pressão. Tudo isso foi feito segundo uma finalidade explícita. Ampliar o poder de influência dos cidadãos nas grandes questões nacionais. Podemos concordar que tal processo possa ser um perigo, mas parece que, enquadrado nas regras da democracia, pode funcionar!

Infelizmente no Brasil, somos antigos e ainda não disseminamos as doutrinas democráticas, embora muitas estejam em nossa Carta Magna. O mundo mudou! Os produtores sabem que o seu concorrente não está necessariamente na esquina de suas casas. O mercado visto sob uma ótica mundial, quem não for eficiente, moderno e agressivo, será mais cedo ou mais tarde excluído.

Temos pelo menos cinco problemas básicos que precisam ser discutidos: baixar os impostos, reduzir as taxas de juros, investir na infraestrutura material, aprimorar e intensificar os empreendimentos na área da educação do povo e simplificar intensamente a burocracia governamental, que tantas dores de cabeça dão ao cidadão. Paralelamente, aumentar a eficiência do Governo em geral e dos serviços públicos, em particular os do judiciário. Planejar e visualizar os horizontes futuros do posicionamento nacional em face da concorrência global do mercado mundial.

Sabemos que todas essas medidas podem depender de qualquer dos níveis de governo. Assim, parece ser esse o foco que a sociedade precisa atuar, fazendo com que se tomem as importantes medidas corretivas. Sonhos? Sim, mas muitos primeiros passos começam com sonhos! Não podemos nos esquecer que precisamos nos habilitar e vencer na velocidade imposta por um mundo que cresce vertiginosamente!.

 

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