O Brasil e a educação básica e fundamental

Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) Programa Internacional de Avaliação de Estudantes , da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é um trabalho, entre outros, de constatação dos esforços dos países para capacitar seus povos para enfrentar e vencer no mundo global e competitivo, no qual hoje vivemos! Os Estudantes participantes do Programa, estão na faixa dos 15 anos de idade, correspondendo no Brasil à 7ª Série (8º ano do Ensino Fundamental).

São 34 os países que participam do programa da OCDE e coordenado, no nosso país pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, objetivando produzir indicadores que contribuam para a discussão da qualidade da Educação proporcionada pelos países participantes, de modo a subsidiar as políticas públicas que regulam o setor! As avaliações ocorrem a cada três anos e abrangem três áreas do conhecimento – Leitura, Matemática e Ciências.

Recentemente, a OCDE divulgou os últimos resultados e constatou que o Brasil está estacionado há dez anos, entre os países com pior desempenho. Podemos confessar que colocamos isso com a tristeza de brasileiros, vendo nosso país precisando prosperar, como é o desejo de todos, ficar longe dos processos educacionais que nos assegurem os melhores resultados possíveis!

Na realidade, não estamos preenchendo as relações de causa-e-efeito para o sucesso, tendo a Educação como o meio fundamental para transformar nosso Brasil para lhe permitir embarcar num clima de prosperidade. O Pisa mediu o conhecimento dos estudantes de 72 países em leitura, ciências e matemática. Nessas três áreas, a média dos estudantes brasileiros ficou abaixo da obtida pelos demais países.

Nosso Ministro da Educação, José Mendonça Filho, lamentou os números. “Esse resultado é uma tragédia!”, afirmou. E confirma exatamente o diagnóstico que ele teria feito de que, apesar do Ministério da Educação ter triplicado sua proposta orçamentária, o desempenho ficou estagnado ou até retrocedeu. Nós, os da população brasileira, não podemos ficar contentes, embora os orçamentos públicos colocados a disposição do nosso sistema educacional não serem baixos, os resultados obrigam-nos a refletir sobre o que está sendo feito de errado. É nesse sentido que precisamos pensar e agir. Não aceitar que a meta de níveis adequados de conhecimento não sejam oferecidos e conquistados por cada nosso concidadão. Se isso não ocorrer, vamos ter de concordar e continuar a viver num país pobre, embutido numa enorme riqueza de terra e oportunidades, criadas pela Natureza, no nosso país continente..

 

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