Precisamos de planos/objetivos

Que o mundo mudou, todos sabemos, ou pensamos saber! Ainda, desde um passado recente, era mantido um grande domínio mercadológico conquistado pelos Estados Unidos, Europa, China e Japão, produzindo uma quantidade e impressionante variedade de produtos de serviços. Conseguiram gerar riquezas, via comportamentos, culturas, planos e legislação, construindo empreendimentos notáveis que atuando fortemente nos campos da inovação, conquistaram vantagens competitivas, criativas e qualitativas, oferecendo ao mercado global produtos e serviços, superiores ao que se produzia no passado.

O progresso das comunicações universais e instantâneas tornaram mundial o consumidor. Os esforços criativos materializaram as inovação, ganhando espaços na competição mundial. Espaços mercadológicos foram ampliados sobre o que era tradicional. Novos paradigmas vieram para ficar.

Se os Estados Unidos, Europa e Japão provocaram revoluções, hoje enfrentam concorrências trazidas pela Ásia, inicialmente com os “Tigres Asiáticos” e, mais recentemente, pela Coréia do Sul, China e Índia.

Novas formas de cooperação e de conexões empresariais conseguiram chegar mais perto das necessidades dos consumidores mundiais. As maiores e tradicionais economias do passado vêm apresentando um declínio relativo, em face das novas nações que aceleradamente abandonam o rejeitado grupo dos “subdesenvolvidos, em desenvolvimento ou emergentes”.

Agora há um fator novo. Diria que uma reação da Natureza está presente com o Covid-19. Atingindo a todos, sem diferenciais, abre oportunidades para outras alternativas. As mudanças, desejadas ou não, passaram a ser inevitáveis. Há algo novo e ainda não acordamos para com o que está acontecendo, perdidos, desnorteados e líderes de um modo geral, deixam-nos atônitos. Muitos perguntam: o que é isso? Correndo, não percebemos que gastamos insensatamente os recursos do planeta, sem levarmos em conta o estrago que fizemos.

Será que seremos capazes de romper com um passado que não funcionou? Será que não podemos conceber ideias e planos que nos tirem da vocação de país pobre que vimos cultivando há tempos? Será que nossos políticos, intelectuais e planejadores não podem conceber novas regras e bases que levem cada brasileiro ao enriquecimento? Sim! Pode ser possível. Mas temos de entender o que está novo e com a coragem dos vencedores conceber novas estratégias e ações. Será que, no novo mundo que já está criado pelas reações da Natureza, conseguiremos novos resultados?.

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